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A Maçonaria e as Revoluções Pernambucanas

Autor: A. Tenório d Albuquerque
A Maçonaria e as Revoluções Pernambucanas

"A Revolução de 1817 pode quase dizer-se que foi uma revolução de padres: pelo menos constituíram o seu melhor elemento, o que mais provas de sinceridade, de isenção e de devotamento, aquele onde se recrutaram, com poucas exceções, seus dirigentes.

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Descrição

"A Revolução de 1817 pode quase dizer-se que foi uma revolução de padres: pelo menos constituíram o seu melhor elemento, o que mais provas de sinceridade, de isenção e de devotamento, aquele onde se recrutaram, com poucas exceções, seus dirigentes. A lista dos que participaram do movimento e sofreram pelas ideias que tinham feito, encontra-se reproduzida de António Joaquim de Melo, no estudo do Sr. Mário Melo, sobre a "Maçonaria e a Revolução Republicana de 1817". Abrange no seu avultado número, cónegos e governadores do bispado, vigários e coadjutores, regulares e seculares, dos quais dois se suicidaram, quatro foram supliciados e muitos condenados à pena d* prisão na Bahia." (Notas à História a Revolução Pernambucana de 1817", de Monsenhor Muniz Tavares, Pag. 41.)

Sumário

Um beneditino do estudo e da pesquisa 
Hino a Pernambuco  35
O tradicional heroísmo dos pernambucanos 37
— As façanhas dos bravos combatentes  da Insurreição Pernambucana  37
— O espírito de Guararapes 47
— Notas  51

A Revolução de 1817

A Revolução de 1817 59
O Movimento Pernambucano de 1817  63
—  Uma revolução maçónica de padres para proclamar a República 63
Revolução maçónica de sacerdotes 73
—  Revolta maçónica de alfaiates.  Atrocidades cometidas contra vários idealistas  78
—  Desejavam a República  84
—  A bandeira dos rebeldes 85
—  Repressão brutal: cabeças e membros cortados  86
Em busca da Liberdade 89
—  O início da Revolução Pernambucana 89
—  Uma cilada preparada contra os pernambucanos — 91
—  A opinião de um desembargador 93
—  Proclamação ao povo pernambucano 94
—  Vitoriosa a Revolução  96
Pedido fraternal de auxílio aos Estados Unidos 99
Projeto da Lei Orgânica 101
Representação ao Governo Britânico 104
—  Hipólito da Costa o portador da mensagem  104
A bandeira da Revolução de 1817  ----  106
Ideal de liberdade afogado em sangue 108
—  Atos brutais na repressão, praticados pelos portugueses 108
—  O caminho para a morte  111
A sentença iníqua  113
—  Condenação à morte de Domingos Teotônio Jorge, José Barros Lima e Padre Pedro- de Sousa Tenório 113
Balanço trágico 116
—  O suicídio do Padre João Ribeiro. Profanação do corpo do grande patriota  llfi
—  Protesto centra a inocentação do Bispo  121
—  Notas 123
Dramático final do Conde dos Arcos 130
—  António Carlos contra José Bonifácio.  Ele aderiu à Revolução  130
Punido o Conde dcs Arcos, grande inimigo dos maçons 134
—  Preso e expulso do Brasil.  Impedido de desembarcar na Bahia  '  134
Monsenhor Muniz Tavares 141
—  Um grande maçon pouco lembrado.  A heróica Revolução de 1817  141
-  Deputado as Cortes de Lisboa  143
—  Morreu num momento sagrado 145
-  Justiça! Justiça!  145
-  Denúncia de sacerdotes contra sacerdotes. Atitude patriótica de Monsenhor Muniz Tavaes 146
A Revolução Penambucana de 1817 154
—  Babaridades dos portugueses 154
—  Os presos enviados para a Bahia sofrendo horrores a bordo do "Carrasco" 155
—  Atitude heróica do Padre Miguelinho  158
—  A morte do Padre Roma  160
—  Protesto contra a inocentacão do Bispo 162
—  Frojeto da Lei Orgânica 165
—  Notas  167
Bispe Azeredo Coutinho  171
—  A Revolução Pernambucana de 1817 176
—  Transferência do Bispo 177
—  Deputado as Cortes e morte  178
—  Notas  

Confederação do Equador

A influência de Francisco Miranda  
—  Opiniões sobre Miranda 185
—  Um retrato de Francisco Miranda 
—  Amputação de nome  
—  Carreira militar.  Participação na Revolução Francesa 191
—  Fuga da França. Entendimentos com Pitt 194
—  Gran Runión Americana 195
Prisão e morte de Miranda  199
—  Cruel e inexplicável atitude de Bolivar 199
—  A influência de um terremoto 198
—  Miranda rende-se 200
—  Prisão de Miranda  201
—  Notas  202
Domingos José Martins, amigo de Miranda  204
—  Ideal republicano 209
—  Sonhadores  211
—  Repúdio à Constituição imposta por D Pedro I 218
—  Proclamações de D. Pedro I  227
—  Proclamação  do  Presidente  da  Confederação  do Equador 228
—  Mobilização militar. Reação violenta de D. Pedro I  234
—  Iniciam-se as operações militares 241
—  Iniciam-se as operações mllitres 241
—  Fuga de Paes de Andrade  244
—  Atitude de um mil traidor ___ 250
—  Decisões das bárbaras comissões militares 253
—  D. Pedro, um monstro.  Condenações à morte  254
—  A morte destemida do Padre Mororó 255
—  A desumana atitude de D. Pedro I centra Ratcliff 259
—  D. Carlota Joaquina  261
—  Um herói lendário vítima da crueldade de D. Pedro I 267
—  Sadismo repelente de D. Pedro I  272
o execrável fuzilamento de Frei Caneca 274
—  D. Pedro, inexorável, ordenou a execução do patriótico sacerdote  274
Os nossos programas de História  280
—  A origem humilde de Frei Caneca 282
—  O Typhis Pernambucano 284
—  Frei Caneca não era separatista 287
—  Ameaça de invasão pelos portugueses 290
—  Viril, heróico. Frei Caneca  291
—  Em demanda do Ceará 292
—  Iniqiiidades das comissões militares 298
—  O julgamento e condenação de Frei Caneca narrados por ele mesmo 300
—  Grosseria contra um pedido de clemência  303
—  Três homens negaram-se a enforcar Frei Canec 304
—  Inclemência de D. Pedro I  306
Centenas de sacerdotes na Maçonaria Brasileira  311
—  Não se trata de resposta a nenhum arcebispo adamantino 311
—  E agora 319

Informações Adicionais

Livro USADO. Texto, gravuras e fotografias íntegros. 

Formato 18 x 13 cm

Editora Aurora, 1ª Edição, 1970

322 páginas

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